It's not a secret at all
Começo meus devaneios, em meio aos super fofos comentários futebolísticos de Mademoiselle Rosa, indicando o Post Secret (por isso o nome bobo do post), que é um dos sites/movimentos top 5 de internet que eu mais amo. Conheci há uns dois anos e fiquei fascinada, porque ele traz uma idéia óbvia mas inteligente e muito humana: mandar um post card feito por você com um segredo. Dói de tão bonito e tão real. Todo domingo ele posta alguns enviados, e ultimamente tem sido com temas, dia das mães, dos pais, namorados, bla bla bla. E as pessoas mandam comentários, dizendo que aquilo as ajudou, e você vê que o mundo interiro também guarda mágoas e elas podem ser curadas, e sua vida pode melhorar só com você dizendo um "não" ou um "sim" e por aí vai. Ele promove ajuda pelo telefone para pessoas que estão em uma situação ruim, debates, encontros. Pena que o Frank (olha a intimidade), pela falta de espaço, deleta as postagens anteriores semanalmente. Mas tem o livro, que logo sairá a 2ª edição, sonho de consumo faz teeempo...
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E eu, cada vez mais decepcionada comigo mesma. Porque eu queria emagrecer e não "consigo" (= não me esforço), mudar umas coisas nos meus dias mas não "tenho tempo" ( = dois segundos depois eu esqueço), gastar menos mas "não posso" (...), e minha monografia, que, como tudo na minha vidinha, ficou pra depois (o prazo é semana que vem, ela não está nem perto de ficar pronta e eu vou ter que repetir a matéria e pagar tudo de novo. pelo menos - se tudo der certo - me formo na época sem prejuízos).
A Madonna me ensinou o meu mantra diário, mas eu me empaco até no mantra: "I want to change. But how can I change? Knowing is the beginning". Mas não basta saber, né? Eu sei faz tempo que minhas calças já não me servem, que meu trabalho não está lá grandes coisas, que eu ando precisando de coisas urgentes e não uma bota nova ou cremes caríssimos para cabelo, que minha monografia nem "estar" ela está porque ao invés de escrever eu dormi ou vi a vigésima terceira reprise do episódio de Harvard das Gilmore Girls.
Talvez seja bom. BOM? Sei lá. Só sei que estou precisando umas tardes sozinhas, sem falar com ninguém; museu durante três horas, cinema sozinha, café e minha salada nápoli. E depois um cigarro, até isso. Lights e com adoçante, por favor.
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Se eu já tinha pré-conceito total do Código da Vinci, sem nem mesmo ter lido ou visto o filme, agora mesmo é que não gosto. Se Piovani disse que A-MO-U, é porque... deixe pra lá! E eu confio na opinião da nossa Mirrorball Girl. Pra mim é mais um romance fingindo ser real, mascarado de auto-ajuda!
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Como uma boa-nada-indie, estou esperando confirmações de shows pro 2º semestre. Franz, Yeah Yeah Yeahs, Patti Smith, tá. Mas aqui em Curitiba, nada, né? Mas já já eu saio daqui, cidadezinha que não anda! Mas se nem EU estou andando, porque reclamar de um lugar que... me acompanha?
E tipo o Violent Femmes parece que toca por aqui no festival que vai chamar Sonora-or-something. Eu conheço EXATAMENTE uma música dessa banda, que é tipo, sei lá, do começo dos anos 90. Ah, eu não tenho mais esperança de nada, depois de fevereiro de 2006, o resto do ano pode ser chato só pelo começo. (Brincadeira, brincadeira)
Tô ouvindo Kings of Convenience nesse momento. É aquele negócio meio Simon and Garfunkel, coisa de anos 60, violão meio folk (isso é folk?) com duas vozes, mas como eu gosto disso, tá em casa. Daí, um rapidshare de uma bonitinha do meu disco favorito deles, Riot on an empty street, de 2004: "I'd rather dance with you".
E estou baixando só agora o novo do YYY's e aquele tributo ao Serge Gainsbourg, aquele mesmo do "Je t'aime, moi non plus", música de motel indie pouca é bobagem!
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E a Copa... bem, eu acabo me animando só nos jogos do Brasil mesmo. Gosto de futebol, mas esses jogos parados da Seleção estão me dando nos nervos. u me tirando deles. Ontem teve uma hora que até pesquei no meio do maledeto! Ôôô, decadência...
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Falei demais, né? Próximo post previsto para dezembro de 2006. :)
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E eu, cada vez mais decepcionada comigo mesma. Porque eu queria emagrecer e não "consigo" (= não me esforço), mudar umas coisas nos meus dias mas não "tenho tempo" ( = dois segundos depois eu esqueço), gastar menos mas "não posso" (...), e minha monografia, que, como tudo na minha vidinha, ficou pra depois (o prazo é semana que vem, ela não está nem perto de ficar pronta e eu vou ter que repetir a matéria e pagar tudo de novo. pelo menos - se tudo der certo - me formo na época sem prejuízos).
A Madonna me ensinou o meu mantra diário, mas eu me empaco até no mantra: "I want to change. But how can I change? Knowing is the beginning". Mas não basta saber, né? Eu sei faz tempo que minhas calças já não me servem, que meu trabalho não está lá grandes coisas, que eu ando precisando de coisas urgentes e não uma bota nova ou cremes caríssimos para cabelo, que minha monografia nem "estar" ela está porque ao invés de escrever eu dormi ou vi a vigésima terceira reprise do episódio de Harvard das Gilmore Girls.
Talvez seja bom. BOM? Sei lá. Só sei que estou precisando umas tardes sozinhas, sem falar com ninguém; museu durante três horas, cinema sozinha, café e minha salada nápoli. E depois um cigarro, até isso. Lights e com adoçante, por favor.
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Se eu já tinha pré-conceito total do Código da Vinci, sem nem mesmo ter lido ou visto o filme, agora mesmo é que não gosto. Se Piovani disse que A-MO-U, é porque... deixe pra lá! E eu confio na opinião da nossa Mirrorball Girl. Pra mim é mais um romance fingindo ser real, mascarado de auto-ajuda!
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Como uma boa-nada-indie, estou esperando confirmações de shows pro 2º semestre. Franz, Yeah Yeah Yeahs, Patti Smith, tá. Mas aqui em Curitiba, nada, né? Mas já já eu saio daqui, cidadezinha que não anda! Mas se nem EU estou andando, porque reclamar de um lugar que... me acompanha?
E tipo o Violent Femmes parece que toca por aqui no festival que vai chamar Sonora-or-something. Eu conheço EXATAMENTE uma música dessa banda, que é tipo, sei lá, do começo dos anos 90. Ah, eu não tenho mais esperança de nada, depois de fevereiro de 2006, o resto do ano pode ser chato só pelo começo. (Brincadeira, brincadeira)
Tô ouvindo Kings of Convenience nesse momento. É aquele negócio meio Simon and Garfunkel, coisa de anos 60, violão meio folk (isso é folk?) com duas vozes, mas como eu gosto disso, tá em casa. Daí, um rapidshare de uma bonitinha do meu disco favorito deles, Riot on an empty street, de 2004: "I'd rather dance with you".
E estou baixando só agora o novo do YYY's e aquele tributo ao Serge Gainsbourg, aquele mesmo do "Je t'aime, moi non plus", música de motel indie pouca é bobagem!
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E a Copa... bem, eu acabo me animando só nos jogos do Brasil mesmo. Gosto de futebol, mas esses jogos parados da Seleção estão me dando nos nervos. u me tirando deles. Ontem teve uma hora que até pesquei no meio do maledeto! Ôôô, decadência...
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Falei demais, né? Próximo post previsto para dezembro de 2006. :)

3 Comentários:
Às 19/6/06 23:22,
Mirrorball disse…
Gostei do Post Secret! É bom saber que as pessoas têm problemas piores do que os meus. :P
Às 20/6/06 10:34,
Bikinikill disse…
Vc esta proibida de escrever somente em dezembro 2006.
YYY novo é maravilhoso é ouro.
Curitiba tem que ver sobre o festival, mas acho que é culpa da Copa, só depois mesmo que eles irão ver algo. Julho já esta batendo na porta.
Post Secret já tinha visto.. é bacana mesmo.
Às 20/6/06 10:37,
Bikinikill disse…
esqueci de falar do Kings of Convenience, uma pessoa que estou sonhando, gosta deste banda.
Rafa, depois do dia 19, eu estou uma merda, chata, sem esperança, querendo ir embora para Africa ou para o Pará. Aquela coisa minha cabeça não esta legal..
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